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30 de Maio de 2026
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A educação é para a alma o que a escultura é para um bloco de mármore.
Joseph Addison

 
Todas as coisas têm o seu mistério, e a poesia é o mistério de todas as coisas.
 Garcia Lorca

 
O tempo para ler, assim como o tempo para amar, aumenta o tempo de viver.
Daniel Pennac

 
A melhor prova de que a navegação no tempo não é possível é o facto de ainda não termos sido invadidos por massas de turistas vindos do futuro.
Stephen Hawking

 
A honestidade foi e será sempre a arma decididamente mais forte para todas as lutas da humanidade que vive e progride.
Enrico Fermi

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Livro do Mês


Livro do Mês PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
.Amanhecer na Rotunda
José Sequeira Gonçalves e João Espada
Saída de Emergência

Imaginemos um sonho chamado "República". Um sonho que falava de justiça, liberdade, igualdade. Um sonho que levou dois mil anos a atravessar a História, da Roma Antiga à França revolucionária. Tão perto no espaço e tão longe no tempo, afinal.
O sonho "República" atravessou terras e mares, continentes e oceanos, e um dia chegou a Portugal.

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Maio 2010 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
.Eça agora
Mário Zambujal, Luísa Beltrão, José Jorge Letria, Alice Vieira, João Aguiar, José Fanha
Oficina do Livro, 2007

Tudo começa no Alegrete, palacete meio arruinado em que vive Afonso da Maia, avô de Carlos da Maia, jovem médico que se apaixona por Maria Hermengarda, fugindo dos ataques sensuais da Condessa de Varinho e deixando de lado a espampanante Lara Marlene, filha do riquíssimo Silvestre do Ó Saraiva, construtor civil que fez a sua larga fortuna através de métodos muito pouco recomendáveis.

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Abril 2010 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Requiem para D. Quixote
Dennis MCshade
Assírio e Alvim
"Oh, esses passeios no campo dentro de ti (meu velho, passeias sempre dentro de ti e ainda não conheces todos os recantos, os vales e as montanhas que te habitam, as cascatas súbitas com que te deslumbras, mas logo a aridez de um chão enorme onde nada pode nascer) estava eu falando nestes passeios ao campo dentro de ti, com comboios apitando nos teus ouvidos de criança, debruçares-te para apanhar uma flor e a arma aparecer-te na mão, a arma já é a mão, os dedos são balas, há um frio de aço nas articulações, o assassino triste e romântico e etecetera, terá havido realmente uma razão muito forte, uma boa razão, ou simplesmente uma razão para o facto de a tua mãe não te ter dado à luz já morto?”
 
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Março 2010 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
solido.jpgCem Anos de Solidão
Gabriel Garcia Marquez
D. Quixote

«Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o gelo.» Com estas palavras - tão célebres já como as palavras iniciais do Dom Quixote ou de "À Procura do Tempo Perdido" - começam estes Cem Anos de Solidão, obra-prima da literatura contemporânea, traduzida em todas as línguas do mundo, que consagrou definitivamente Gabriel García Marquez como um dos maiores escritores do nosso tempo. A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultérios, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro.
 
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