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30 de Maio de 2026
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Diz-me e eu esquecerei. Ensina-me e eu lembrar-me-ei. Envolve-me e eu aprenderei.
provérbio chinês

De tudo o que se escreve, apenas amo o que se escreve com o próprio sangue.
Nietzsche

 
Todas as coisas têm o seu mistério, e a poesia é o mistério de todas as coisas.
 Garcia Lorca

 
As pessoas, de início, não seguem causas dignas. Seguem líderes dignos que promovem causas dignas.
James Clerk Maxwell

 
A honestidade foi e será sempre a arma decididamente mais forte para todas as lutas da humanidade que vive e progride.
Enrico Fermi

Maio 2010 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
.Eça agora
Mário Zambujal, Luísa Beltrão, José Jorge Letria, Alice Vieira, João Aguiar, José Fanha
Oficina do Livro, 2007

Tudo começa no Alegrete, palacete meio arruinado em que vive Afonso da Maia, avô de Carlos da Maia, jovem médico que se apaixona por Maria Hermengarda, fugindo dos ataques sensuais da Condessa de Varinho e deixando de lado a espampanante Lara Marlene, filha do riquíssimo Silvestre do Ó Saraiva, construtor civil que fez a sua larga fortuna através de métodos muito pouco recomendáveis.

À volta de Carlos movimentam-se Damásio Malcede, o lisboeta novo-rico, João da Régua, o eterno futuro-ministro, o Palma Cavalito, director da Trombeta do Demónio, e muitas outras personagens herdeiras dos famosos "Maias" que se movimentam freneticamente numa crónica de costumes ao gosto deste tempo prodigioso do replay e do fast food.
No meio deste enredo surge mesmo o espírito de Eça de Queiroz a pôr alguma contenção a personagens e autores.