Este site não está atualizado, consulte o site do agrupamento atualizado em www.aeffl.pt
Siga-nos RSS Facebook Twitter
24 de Junho de 2026
  • Decrease font size
  • Default font size
  • Increase font size

 
Já que não podemos ler tantos livros quantos os que podemos ter, basta que tenhamos tantos quantos possamos ler.
Séneca

 
Não há melhor fragata do que um livro para nos levar a terras distantes.
Emily Dickinson

 
A melhor prova de que a navegação no tempo não é possível é o facto de ainda não termos sido invadidos por massas de turistas vindos do futuro.
Stephen Hawking

 
O que não consigo criar não consigo compreender.
Richard P. Feynman

 
A honestidade foi e será sempre a arma decididamente mais forte para todas as lutas da humanidade que vive e progride.
Enrico Fermi

Início Biblioteca Escolar Notícias Um silêncio mágico
Um silêncio mágico PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A propósito do Dia Internacional da Biblioteca Escolar, uma aluna da nossa escola escreveu o seguinte texto sobre a Biblioteca. Vale a pena ler!

bibliotecaˍvieiraˍdaˍsilva

Conheço um sítio maravilhoso. Um sítio onde as paredes estão forradas com histórias escondidas atrás de lombadas com títulos dourados, onde cada corredor fala de um mundo diferente, onde é possível percorrer os recantos mais enigmáticos do conhecimento, sem parar. Com um silêncio que acalma, envolve e ensina, é fácil penetrar no Universo, desvendar os segredos da História e encontrar os pensamentos dos mais sábios. O tempo não passa.


   Faço questão de atravessar todos os corredores da sabedoria e de me perder. Perco-me hoje e perder-me-ei sempre.
  Haverá, em algum lugar do Mundo, sítio mais rico que este? Procure-se nos túmulos dos mais ricos, nas ilhas dos maiores piratas e nos palácios dos reis mais poderosos. Vasculhe-se o fundo dos oceanos e as cavernas mais tenebrosas. A riqueza está onde a encontrei. Não me enche os bolsos, mas recheia-me a mente de tudo o que sempre quis, de tudo o que posso querer.
  Tudo o que pode existir está à espera de ser descoberto por mais alguém. Tudo, à espera de um desassossego interior, de uma dúvida ou de uma intriga, algo que desperte aquilo que de mais sagrado possuímos, a vontade de saber, sem o medo de descobrir. Há sempre uma biblioteca a aguardar, ansiosa, pela visita do mais atrevido, daquele que usa o que sabe para nos tornar mais completos.

Atena
(pseud.)