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30 de Abril de 2026
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Isto filhos, a poesia e a cozinha são irmãs!
Eça de Queirós

 
O que não consigo criar não consigo compreender.
Richard P. Feynman

 
A educação é para a alma o que a escultura é para um bloco de mármore.
Joseph Addison

 
Eu não gosto dela e lamento alguma vez ter tido alguma coisa a ver com ela.
Erwin Schrödinger sobre a Mecânica Quântica

 
Nada na vida deve ser receado. Tem apenas que ser compreendido.
Marie Curie

Início Livro do Mês Dezembro 2008
Dezembro 2008 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

miaˍcoutoˍweb.jpgVenenos de Deus, remédios do Diabo
Mia Couto
Caminho
2008

O jovem médico português Sidónio Rosa, perdido de amores pela mulata moçambicana Deolinda, que conheceu em Lisboa num congresso médico, deslocou-se como cooperante para Moçambique em busca da sua amada.

Em Vila Cacimba, onde encontra os pais dela, espera pacientemente que ela regresse do estágio que está a frequentar algures. Mas regressará ela algum dia? Entretanto vão-se-lhe revelando, por entre a névoa que a cobre, os segredos e mistérios, as histórias não contadas de Vila Cacimba - a família dos Sozinhos, Munda e Bartolomeu, o velho marinheiro, o administrador, Suacelência e sua Esposinha, a misteriosa mensageira do vestido cinzento espalhando as flores do esquecimento.

 

O  Autor

Mia Couto

Mia Couto nasceu na Beira, Moçambique, em 1955. Foi director da Agência de Informação de Moçambique, da revista Tempo e do jornal Notícias de Maputo.
Tornou-se nestes últimos anos um dos ficcionistas mais conhecidos das literaturas de língua portuguesa. O seu trabalho sobre a língua permite-lhe obter uma grande expressividade, por meio da qual comunica aos leitores todo o drama da vida em Moçambique após a independência.