Este site não está atualizado, consulte o site do agrupamento atualizado em www.aeffl.pt
Siga-nos RSS Facebook Twitter
24 de Junho de 2026
  • Decrease font size
  • Default font size
  • Increase font size

 
Erudição é a poeira sacudida de um livro para dentro de um crânio vazio.
Ambrose Gwinett Bierce

Nós não somos do século de inventar as palavras. As palavras já foram inventadas. Nós somos do século de inventar outra vez as palavras que já foram inventadas.
José Almada Negreiros

Como todos os homens da Biblioteca, viajei na minha juventude; peregrinei em busca de um livro, talvez o catálogo dos catálogos.
Jorge Luis Borges

 
A honestidade foi e será sempre a arma decididamente mais forte para todas as lutas da humanidade que vive e progride.
Enrico Fermi

 
As pessoas, de início, não seguem causas dignas. Seguem líderes dignos que promovem causas dignas.
James Clerk Maxwell

Início Livro do Mês Dezembro 2008
Dezembro 2008 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

miaˍcoutoˍweb.jpgVenenos de Deus, remédios do Diabo
Mia Couto
Caminho
2008

O jovem médico português Sidónio Rosa, perdido de amores pela mulata moçambicana Deolinda, que conheceu em Lisboa num congresso médico, deslocou-se como cooperante para Moçambique em busca da sua amada.

Em Vila Cacimba, onde encontra os pais dela, espera pacientemente que ela regresse do estágio que está a frequentar algures. Mas regressará ela algum dia? Entretanto vão-se-lhe revelando, por entre a névoa que a cobre, os segredos e mistérios, as histórias não contadas de Vila Cacimba - a família dos Sozinhos, Munda e Bartolomeu, o velho marinheiro, o administrador, Suacelência e sua Esposinha, a misteriosa mensageira do vestido cinzento espalhando as flores do esquecimento.

 

O  Autor

Mia Couto

Mia Couto nasceu na Beira, Moçambique, em 1955. Foi director da Agência de Informação de Moçambique, da revista Tempo e do jornal Notícias de Maputo.
Tornou-se nestes últimos anos um dos ficcionistas mais conhecidos das literaturas de língua portuguesa. O seu trabalho sobre a língua permite-lhe obter uma grande expressividade, por meio da qual comunica aos leitores todo o drama da vida em Moçambique após a independência.