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21 de Julho de 2026
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Nós não somos do século de inventar as palavras. As palavras já foram inventadas. Nós somos do século de inventar outra vez as palavras que já foram inventadas.
José Almada Negreiros

 
Um romance é como um arco de violino, a caixa de ressonância é a alma do leitor.
Stendhal

Toda a poesia é luminosa, até a mais obscura.
O leitor é que tem às vezes em lugar de sol, nevoeiro dentro de si.
Eugénio de Andrade

 
Nada na vida deve ser receado. Tem apenas que ser compreendido.
Marie Curie

 
O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano.
Issac Newton

Início Livro do Mês Março 2010
Março 2010 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
solido.jpgCem Anos de Solidão
Gabriel Garcia Marquez
D. Quixote

«Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o gelo.» Com estas palavras - tão célebres já como as palavras iniciais do Dom Quixote ou de "À Procura do Tempo Perdido" - começam estes Cem Anos de Solidão, obra-prima da literatura contemporânea, traduzida em todas as línguas do mundo, que consagrou definitivamente Gabriel García Marquez como um dos maiores escritores do nosso tempo. A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultérios, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro.