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23 de Fevereiro de 2020
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Peço a um livro que crie em mim a necessidade daquilo que ele me traz
Jean Rostand

 
Na Natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma.
Antoine Lavoisier

 
O verdadeiro analfabeto é aquele que aprendeu a ler e não lê.
Mário Quintana

 
A honestidade foi e será sempre a arma decididamente mais forte para todas as lutas da humanidade que vive e progride.
Enrico Fermi

 
O oposto de uma afirmação correcta é uma afirmação falsa. Mas o oposto de uma verdade profunda pode ser outra verdade profunda.
Niels Bohr

Início Atividades Núcleo do Ambiente Olhão: A “New York Lusa” da Indústria de Conservas de Peixe
Olhão: A “New York Lusa” da Indústria de Conservas de Peixe PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Joaquim_RodriguesNo âmbito das actividades do Núcleo do Ambiente da nossa escola, teve lugar no dia 11 de abril , no auditório da ESFFL, uma palestra proferida pelo Doutor Joaquim Rodrigues intitulada Olhão: A “New York Lusa” da Indústria de Conservas de Peixe. Participaram na palestra as turmas 10ºG, 11ºB, 11ºF e 12ºB.
A Segunda Guerra Mundial foi um dos períodos mais faustos para a indústria conserveira, não pela quantidade exportada, mas pelos valores alcançados. O centro de Olhão à semelhança dos outros centros foi fortemente atingido pela falta de peixe, pelas dificuldades na aquisição de folha-de-flandres e nos transportes. As conservas de peixe – e o volfrâmio – estiveram no centro de uma guerra económica que teve como protagonistas, para além de Portugal, a Inglaterra e a Alemanha de Hitler. No seu bunker, em 1945, foram encontradas conservas portuguesas. O centro conserveiro de Olhão teve uma quota destacada de exportação de todas as espécies de conservas de peixe quer para a Inglaterra, quer para a Alemanha. Para ambos os produtos o «ouro nazi», produto do espólio confiscado aos judeus nos campos de concentração/extermínio, serviria para os pagar. Durante a II GM, conserveiros e os volframistas arrecadaram avultados lucros.

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Actualizado em Quarta, 01 Maio 2013 03:00
 

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